Da linha imaginária que há-de vir
Aninhada sobre cinzas rarefeitas
Na esperança de faustosas colheitas
O martírio e o tormento hão-de ruir
Do alto planar do gavião
A presa que consegue seduzir
Crendo que efeito há-de surtir
Reduz a incerteza à solidão
Com a meta mesmo ali à mão
Ciente que de si não vai fugir
