No Fogo que interiormente o consome
Terramoto de Sentimentos incontáveis
Fluir de agruras, ténue Imensidão
Expõe-se o que sempre foi presente
Incontornável delírio
Incontrolável Desejo
Necessidade premente
Proximidade Ausente
Exuberante a presença
Estímulo do que foi, é e será
Que a ausência não decreta
Nem a distância afecta
Então,
Porque tremem os teus dedos?




