Enleias-te
por caminhos do encanto
Nessa falsa
promessa de advento
Ruminando
insensatez em verde prado
E digerindo a
acidez do ensinamento
Lá onde
repousa a insensatez
De vazio se
enche o recetivo ventre
Petrifica no
bandulho a incerteza
Frugal, leva
o longe que era um sonho
Mas, o sono é leve como a alma
E entre aquilo
que retinhas
O infinito, esse mito alienável
Ficaram só amarras de esperança




