Sabe o vento por que a ele todos confessam
A Lua, pensa que sim, na sua vaidade
Do Sol, não sei, não tenho evidência
Suponho que provém desta dormência
Da demanda incessante da vontade
Um dia, uma só vez, assim será
Na sombra do Suão do fim da tarde
Virá pois tórrida a verdade
Será então certo e sabido
Tomado assim, como decreto
O que ao céu escapou por descabido
Existes, basta, tudo está certo!



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