Tomo nas mãos o equilíbrio
Desatado que foi em dia Não
Na água que em teu rio desagua
Solto a pétala do ardor imenso
Da rosa que floriu por esquecimento
Em ondas descendentes sobre o leito
Repousa e desce flutuando
Será mar, nuvem, chuva, sentimento
Voltará alegre um fim de tarde
Dará vida ao que era já semente
Alimentará de novo a origem,
Essa fonte de onde vem o teu alento





