Ode à Graça à Virtude e à Esperança Quarto crescente, lua cheia de Magia Para trás a tristeza, a Nostalgia De ambas, nem lembrança nem herança
Novos dias, novas contas desfiando Do rosário entretanto produzido O caminho amargo e dorido Arde agora lento em lume brando
O que falta para soltar a grilheta? Ela existe ou é algo imaginário? Concebo-a e lhe traço a silhueta,
Ou será que é parte do relicário? Não será antes vil imaginação Envolta já em usado sudário? |