terça-feira, 14 de julho de 2015

Ecos



Busco no sítio onde guardo os sentidos
ecos de um refúgio improvável.

Descubro-os facilmente
perseguem-me
estão no sítio de onde nunca saíram.

E lá, onde os visito
mora o guardião dos sonhos
a chave que desvenda o paraíso.

Lá volto, a eles pertenço.

5 comentários:

A Casa Madeira disse...

Olá linda imagem e poema.
Prazer em conhecer o blog.
Janicce.

EU disse...

E somos ricos quando o sentir está em nós.
Boa criação poética, amigo.
Bjo :)

trepadeira disse...

Ali estão, esperando, mesmo quando os ignoramos.

Abraço,

Suzete Brainer disse...

Ecos interiores refletidos da luminosidade da alma...
Ecoando o belo poema!
Bj.

Mar Arável disse...

Tantos são os silêncios