terça-feira, 9 de agosto de 2016

Não é aqui





Sou um ponto no caminho que percorro
No meio da encruzilhada
tento decifrar as referências
Será aqui
onde os duendes esconderam
sob um manto tépido
o mapa que me indique o regresso
ao tumulto de um dia quente
De onde se aviste um mar
pintado de vibrantes címbalos
anunciando a aurora desejada

Não, viro costas, não é aqui!

6 comentários:

Lídia Borges disse...


A busca constante pela paz, dificilmente alcançada. Assim, o homem de sonhos.

Beijo

Lídia

© Piedade Araújo Sol disse...

temos de tentar chegar ao trilho certo.
belo poema.
mas as fotos também estão excelentes.
beijo
:)

Suzete Brainer disse...

As fotos belíssimas (lugar lindo...) e
acompanham a serenidade expressada
no seu belo poema!...

Mar Arável disse...

Há trilhos que conduzem aos caminhos do mar

Manuel Veiga disse...

excelente poema
bem a altura das paisagens que o olhar guarda

abraço

Fá menor disse...

Por vezes, há que voltar as costas e recomeçar por outro lado.

Beijos